Fofonetes

domingo, 26 de abril de 2015

Peixe Palhaço ou Anfitrião


Nome Comum: Peixe palhaço
Nome em espanhol:
 Pez payaso rojo
Nome em Inglês: Red Clownfish or Tomato Anemonefish 
Nome Científico: 
Amphiprion frenatus
Filo: Chordata
Superclasse: Pisces
Classe: Osteichthyes
Ordem: Perciformes
Família: Pomacentridae
Características:
Comprimento: 8 m
Cor: Vermelho-ferrugem, com listras verticais
Cabeça curta, boca pequena, dentes pouco desenvolvidos.
O peixe-palhaço ou anfitrião passa todo o tempo perto das anêmonas-do-mar. Ele se esconde do perigo e dorme no meio dos tentáculos venenosos da anêmona. Às vezes, chega mesmo a roubar alimento da boca de sua protetora, embora também traga comida para um lugar onde ela alcance. Este pequeno peixe, ao contrário de outros, está a salvo dos ferrões da anêmona.
O motivo pelo qual o peixe-palhaço não sofre os efeitos das células urticantes da anêmona ainda não é bem conhecido. Alguns cientistas acreditam que o muco que recobre o peixe protege-o contra o veneno. Entretanto, somente os peixes-palhaços sadios estão protegidos. Os doentes são mortos pela anêmona.
O peixe-palhaço ou anfitrião é encontrado nos oceanos Atlântico e Pacífico. É pequeno, ágil e de colorido brilhante. A fêmea põe seus ovos na base de uma anêmona-do-mar. 

A Carpa - Um dos mais antigos peixes adotados como ornamentais.

A carpa é um dos mais antigos peixes adotados como ornamentais.  Foi na Ásia (China e Japão) que ela começou a ganhar popularidade e destaque. As carpas coloridas que apreciamos para aquário são provindas de uma variedade japonesa chamadaNishikigoi, que podemos traduzir por “carpa com brocado”. Existem algumas variedades selvagens de carpas, sendo as mais comuns no Brasil:
- carpa de escama (C. carpio), a que conhecemos como carpa japonesa e é o tipo primitivo da espécie. Tem o corpo alongado e todo recoberto per pequenas escamas. Os espécimes originais não tinham a coloração que observamos atualmente.
- carpa espelho (C. carpio specularis), variedade criada para consumo e selecionada para obter maior quantidade de carne. Suas escamas são grandes e habitualmente seu ventre é desprovido de escamas.
- carpa de couro (C. carpio nudus), muito semelhante à carpa espelho em forma, porém com corpo todo ou quase todo nu, e se tem escamas presentes estas estão no dorso.
Tanto a carpa espelho quanto a de couro são de coloração acinzentada e, se são utilizadas como ornamentais, é mais pelas curiosidades estéticas. Porém, hoje não é raro ver Nishikigois cruzadas com carpas espelho, resultando em colorido da primeira e corpo da segunda.
É um peixe de “água fria”, ou seja, seu conforto térmico está em torno de 23ºC, sendo que aceita temperaturas de 18ºC a 26ºC. temperaturas inferiores ou superiores provocam stress fisiológico e, se mantidas por longo tempo, podem provocar doenças. O pH deve ser mantido próximo ao neutro preferencialmente, mas aceitam uma faixa relativamente ampla, de pH=6,6 a pH=7,4. Também, preferencialmente água pouco mineralizada, ou seja, “mole” (baixo DH).
É uma espécie omnívora. Deve constar de seu cardápio, portanto, alimentos naturais de fonte animal (insetos, larvas), frutas diversas, grãos cozidos ou, preferencialmente, alimentos industrializados (que poluam menos a água) que contenham ingredientes animais e vegetais. Lembre-se que, quanto maior a variedade de alimentos disponíveis, maior a saúde e longevidade do peixe.
O crescimento da Nishikigoi é bastante acelerado. Em média, no primeiro ano de vida ela alcança de 10 a 20 centímetros; 30 centímetros no segundo ano; 37 a 40 centímetros no terceiro ano; 45 a 50 centímetros no quinto ano e 55 a 70 centímetros em 10 anos. Já foi relatado um exemplar com 153 centímetros e 45 kg. É um peixe de alta longevidade. Não raro, passam de 50 anos, chegando comumente a 70 anos. Há relatos de haverem exemplares com 200 anos no Japão.
Por ser muito resistente e gracioso, é um dos peixes (junto com o Kínguio) mais indicados para aquaristas iniciantes, também por não serem muito caros (isso os exemplares menos purificados).
No mundo, e não diferente no Brasil, existem associações de criadores profissionais de Nishikigois. Esses exemplares, altamente purificados, alcançam valores astronômicos no mercado, não raro chegando a vários milhares de dólares. Apenas para ter uma idéia, certa vez visitei uma mostra, em que havia um exemplar com aproximadamente 20 centímetros e absolutamente preto (apenas as íris eram cor de mel), que estava sendo vendido por 25 mil dólares. Isso, há uns 20 anos atrás.
Eis algumas variedades:
carpas
Não existem dois exemplares iguais. Essa exclusividade, aliada à longevidade e mansuetude da espécie, faz-na ser considerada um dos “reis” da água doce.
carpas

O Jacaré-de-Papo Amarelo (Caiman latirostris)

Jacaré de papo amarelo

Nome científico: Caiman latirostris
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Alligatoridae
Distribuição: Litoral do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul
Habitat: Lagoas litorâneas
Hábito: Noturno
Nome popular: JACARÉ DE PAPO AMARELO



O Jacaré-de-Papo Amarelo (Caiman latirostris) faz parte da exuberante fauna das florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, com suas lagoas, lagos e rios. Sua presença representa, ao contrário do que muitos pensam, uma contribuição eficaz para o aumento da população de peixes nos corpos d'água, já que suas fezes servem de adubo para o desenvolvimento de fitoplancton, que é utilizado como alimento por diversas espécies de peixes.
Tem vida quase que exclusivamente aquática. Sai para caçar principalmente à noite e, durante parte do dia, forma grupos, para tomar sol. Réptil contemporâneo dos grandes dinossauros que habitavam a Terra há milhões de anos, conseguiu sobreviver às grandes transformações do planeta. Mas não resistiu à ação do homem "civilizado", estando hoje incluído na lista dos animais ameaçados de extinção (IBAMA). Sua extinção deve-se principalmente à destruição do seu habitat e à poluição dos rios. No Rio de Janeiro, vem aos poucos desaparecendo devido à drenagem de pântanos, aterro de alagados e derrubada de matas de restinga. É bem possível que a grande ocorrência desta espécie tenha inspirado o nome do local Jacarepaguá, que significa Lagoa dos Jacarés.


Características: Sua cor é esverdeada, quase pardo, com o ventre amarelado, o focinho largo e achatado e pode medir até 3 metros de comprimento. Os jacarés são animais de hábitos noturnos e durante o dia formam grupos para tomar sol. Alimenta-se de peixes, aves e mamíferos. Seu período de reprodução é entre janeiro e março, época das grandes enchentes dos rios e põe entre 30 e 60 ovos por ninhada. Pode viver até 50 anos. Os jacarés são animais ecologicamente importantes, pois fazem o controle biológico de outras espécies de animais, pois se alimentam dos animais mais velhos e fracos que não conseguem escapar de seu ataque. Além disso, suas fezes servem de alimento a peixes e outros seres vivos aquáticos. Hoje, os jacarés-de-papo-amarelo fazem parte da lista de animais em extinção do IBAMA. Isso se deve, principalmente, pela destruição de seu habitat e à poluição dos rios.


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Tudo sobre eles - Bicho - Preguiça

O bicho-preguiça, também conhecido simplesmente como preguiça, é um mamífero de movimentos lentos, que passa a maior parte da vida nas árvores, agarrado aos troncos ou pendurado de cabeça para baixo nos galhos. Vive em florestas tropicais da América do Sul e da América Central. É da mesma família do tatu e do tamanduá.
O bicho-preguiça pode chegar a 69 centímetros de comprimento. Tem pelagem densa e pode tanto apresentar cauda curta como não tê-la. Os pelos geralmente são marrom-acinzentados ou dourados. Às vezes apresenta tons esverdeados por causa de algas que se aderem a seus pelos. As algas o protegem de predadores, uma vez que o ajudam a se confundir com a folhagem das árvores.
Os bichos-preguiça podem ter dois ou três dedos em cada pata. Os dedos têm garras longas e curvas, que eles usam para agarrar-se aos galhos. Os que têm dois dedos passam a maior parte do tempo pendurados nas árvores com as quatro patas. Os de três dedos preferem sentar-se nos galhos, em vez de pendurar-se neles.
O bicho-preguiça é um animal tranquilo e solitário. Dorme a maior parte do dia, pendurado de cabeça para baixo, com a cabeça escondida entre as patas dianteiras. À noite, desloca-se lentamente pelas árvores comendo folhas e frutos. O bicho-preguiça raramente desce ao solo, pois não consegue andar.


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

- O bicho-preguiça é um mamífero com hábitos de vida noturnos.
- Podemos encontrar estes animais em florestas tropicais da América do Sul, América Central e Mata Atlântica.
- Vive em pequenos grupos, embora possuam vários hábitos solitários.
- Possui grandes garras, utilizando-as para subir e permanecer na copa de árvores de grande porte.
- Sua alimentação baseia-se em folhas, raízes, brotos de algumas espécies de árvores e frutos.
- Dorme aproximadamente 14 horas por dia, pendurado nas árvores.
- Um animal saudável costuma viver entre 30 e 40 anos.
- Descem do topo das árvores apenas uma vez por semana com o objetivo de fazer suas necessidades fisiológicas.
- Existem várias espécies, divididas em duas famílias: Bradypodidae (possuem três dedos em cada braço) e Megalonychidae (dois dedos).
- Esta espécie animal orienta-se principalmente pelo olfato, pois seu sistema visual não é muito desenvolvido.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:

Cor: cinza claro com machas pretas, marron ou branca

Peso: em média de 4 a 6 kg

Comprimento: aproximadamente 70 cm (contando a cauda)

Gestação: 120 a 180 dias


Tudo sobre eles - Coalas


Classificação:


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Marsupialia
Ordem: Diprotodontia
Família: Phascolarctidae
Gênero: Phascolarctos
Espécie: P. cinereus 



Eles têm cabeça grande, focinho curto, nariz achatado e em forma de V, sendo que sua pelagem é lisa e sedosa. É um animal herbívoro que se alimenta principalmente de folhas de eucaliptos. Existem centenas de espécies de eucalipto, porém o coala se alimenta somente de 20 dessas espécies.O coala, como a maioria dos marsupiais, vive na Austrália. Eles vivem principalmente no litoral leste e no sul da Oceania. Eles vivem em cima dos eucaliptos onde podem se alimentar fartamente.
Um coala come meia quilo de folhas de eucalipto por dia, o que é muito para um animal tão pequeno e que descansa 14 horas por dia. As folhas de eucalipto são essenciais na dieta do coala, sendo que sua falta os leva a morte.
O período de reprodução dura cerca de 4 meses e, nessa época, o macho capacitado explora seu território em busca de fêmeas no cio. Quando encontra, o coala agrada a fêmea e ela o repele, a princípio, com violência. Após a conquista da fêmea, ocorre o acasalamento, que dura poucos segundos e ocorre em posição vertical, nos galhos de eucalipto. Só há uma reprodução ao ano e a gestação dura 35 dias.O filhote nasce pouco desenvolvido, com os ouvidos fechados, e com a boca, as narinas e as patas posteriores quase imperceptíveis.
O seu corpo é nu e com coloração rosa-claro, sendo possível ver os vasos sanguíneos. Ao nascer pesa cerca de 0,5 g e tem menos de 20 mm. O filhote fica na bolsa ventral da fêmea até crescer o bastante para poder andar.
Somente após meses a cria começa a sair da bolsa, ainda sem se afastar da mãe. Com 6 meses de idade ele já têm pêlos pelo corpo, alcançando o peso de 400g e 20cm de comprimento.
Mais dois meses e o filhote já passa boa parte de seu tempo fora da bolsa ventral, só enfiando a cabeça na mesma para mamar. O desmame completo se dá por volta de 1 ano.
Dentre os poucos predadores desse marsupial está o cão selvagem, que geralmente só ataca os coalas que não podem mais se defender (velhos e doentes). Por tradição, os aborígines australianos (povo nativo da região) caçam os coalas para o consumo.
Devido aos hábitos sedentários e a consequente lentidão, o coala prefere se esconder à fugir em caso de perigo.
Os coalas já estiveram várias vezes na lista de animais que correm risco de extinção, fato causado não só pela caça, mas também pelos incêndios espontâneos, que ocorrem como consequência de constantes secas. 
Atualmente, os coalas são protegidos por lei, sendo que existem áreas consideradas santuários, onde essa espécie pode viver longe das ameaças.
Os coalas podem viver até os 25 anos.
Os movimentos dos coalas são lentos, assemelhando-se com os do bicho-preguiça.
Não possuem cauda, utilizando as garras para subirem nas árvores. O principal predador dos coalas é uma espécie de cachorro selvagem, conhecido como canis dingo.

- Esta é uma espécie ameaçada de extinção, em função da caça e das queimadas de florestas.





Tudo sobre o Coati ou também Quati.

Mamífero aparentado do guaxinim, possuindo  entretanto  um nariz mais comprido e um corpo mais alongado. Com patas que lembram remotamente as dos ursos, muito úteis para escaladas em árvores. É cinzento-amarelada, porém muito variável, havendo indivíduos quase pretos e outros bastante avermelhados, focinho e pés pretos, cauda com 55 centímetros, com sete a oito anéis pretos.  Mede , de corpo, setenta centímetros. Vive em bandos de 4 a 20 indivíduos, é praticamente onívoro e se adapta bem ao cativeiro. São animais diurnos, mas ás vezes o macho faz atividades noturnas.
Há três espécies desse pequeno animal, encontrado desde o Panamá (América Central) até a Argentina. Quatis vivem em grandes bandos formados de fêmeas e machos jovens. Com mais de dois anos, os machos já vivem sozinhos, juntando-se ao bando somente na época do acasalamento, que acontece no fim da primavera. Dez ou onze semanas após, a fêmea produz de dois a seis filhotes. Por mais de um mês, estes permanecem em seu ninho no oco de uma árvore. O quati alimenta-se de minhocas, insetos e frutas. Aprecia também ovos, legumes e especialmente lagartos. Não gosta de água mas pode nadar bem. Dorme no alto das árvores enrolado como uma bola e não desce antes do amanhecer.



Donos de focinho e rabo compridos, os curiosos quatis são animais selvagens encontrados na fauna brasileira. Esses bichos têm hábitos diurnos como já dito ali em cima , vivem em florestas tropicais e cerrados e, atualmente, podem ser vistos nas matas da América do Norte, Central e Sul. E, claro, alguns deles começam a habitar residências. O motivo de esse mamífero ser considerado uma opção para quem procura um pet diferente não é difícil de entender: além de ser incrivelmente fofo com seu pelo sedoso e manchas pelo corpo, o quati é um verdadeiro fuçador. Ele tem o hábito de enfiar o nariz em buracos e, quando criado em cativeiro, volta seu instinto para os pertences dos donos. Com porte mediano, os quatis pesam de 3 a 11 kg e seu comprimento tem entre 41 e 70 cm. Sendo seres sociáveis, de fácil adaptação e quase nunca agressivos, os quatis podem conviver facilmente com o ser humano. Mas, se você se animou em ter um, procure um criador legalizado pelo IBAMA que possa certificar sua procedência e saúde.

HABITAT NATURAL
Acostumados a viver em meio às florestas, em cativeiro os quatis precisam que isso seja respeitado. Portanto, é importante proporcionar um espaço que ofereça tamanho adequado e confortável para o animal ficar na maior parte do dia. De acordo com o especialista em animais selvagens da ABRAVAS Felipe Facklam, o ideal é construir um viveiro vertical onde bata sol. O chão deve ser de terra, troncos e folhas secas para que ele possa procurar insetos e pequenos animais, mantendo assim o seu hábito fuçador.

ANIMAL DOMÉSTICO
Diferentemente do pet domesticado, o quati, por se tratar de um animal selvagem, tem algumas particularidades que devem ser levadas em conta. A interação com o mascote é saudável, no entanto, não há necessidade de levá-lo para passear o tempo todo. Além disso, ele possui um olfato e audição bem desenvolvidos, o que torna recomendado evitar locais barulhentos e próximo da poluição. “O quati pode ficar estressado com sons altos, devendo assim viver em lugar sossegado e tranquilo, mais parecido com o ambiente de uma floresta”, salienta Facklam. Apesar de não ser necessário treiná-lo, já que os nascidos em cativeiro são mansos e costumam se afeiçoar aos membros da família, inclusive crianças, essa atitude pode auxiliar o animal a responder comandos e obedecer a horários. “É importante redobrar a atenção para não humanizá-lo com hábitos que sejam contra a sua natureza”, afirma o veterinário.

CUIDADOS ESSENCIAIS
Embora seja considerado um animal carnívoro, é possível oferecer uma dieta variada, incluindo legumes e pequenos insetos, ovos, larvas e minhocas – por esse motivo, vários especialistas reclassificaram o quati como onívoro. E de acordo com Facklam, a visita ao veterinário de animais selvagens é essencial para a prescrição de vermífugos.


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sapos

Existem cerca de 4.800 espécies de sapos. A maioria deles vive próximo a uma fonte de água , muito embora existam sapos que vivam em ambientes úmidos que são considerados ambientes aquáticos, como a serrapilheira de florestas tropicais úmidas. A necessidade de água é mais premente para os ovos e os girinos do sapo, e algumas espécies utilizam poças temporárias e água acumulada nos ramos de plantas, como as bromélias como sítio de criação.
Os sapos se distinguem das rãs pelas membranas interdigitais pouco desenvolvidas e pela pele mais seca e rugosa. Geralmente, vivem em ambiente mais seco.
Os anfíbios dependem da água para a postura de ovos, pois estes não têm casca, e para manter a pele úmida, necessário para a realização da respiração cutânea na qual a troca de gases é feita pela pele. A respiração cutânea é necessária pois a respiração pulmonar não é completamente eficiente.
Depois de alguns dias, dos ovos saem girinos que respiram por brânquias, têm uma cauda e não têm pernas. Com o tempo o girino vai perdendo a cauda, desenvolvendo pernas posteriores e anteriores e trocando a respiração branquial pelas respirações pulmonar e cutânea até deixar a água ao término das transformações.

Os sapos se alimentam de insetos e capturam suas presas lançando para fora da boca a língua musculosa, longa e pegajosa, que é presa ao assoalho da boca pela extremidade anterior.


Quando chega sua época de reprodução, na primavera, os sapos coaxam para atrair as fêmeas. Quando se encontram, o macho abraça a fêmea por até 15 dias ou mais, posicionado sobre esta. Durante o abraço, macho e fêmea eliminam suas gametas no mesmo instante.
Formam-se então ovos, envolvidos por muco, para que assim se prendam com facilidade em pedras e em plantas aquáticas.
Após algum tempo, os girinos saem dos ovos, já sabendo nadar e o fazendo ativamente.